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Abrainc e entidades do setor entregam protocolo com medidas para a retomada das atividades imobiliárias em reunião com a Prefeitura de SP

O Abrainc e demais entidades do setor se reuniram com o secretário da Casa Civil de São Paulo, Orlando Faria, e o presidente da Câmara Municipal de SP, Eduardo Tuma, para protocolar o conjunto de medidas sanitárias, normas e procedimentos necessários para a retomada gradual das atividades imobiliárias na capital paulista.

Participaram da conferência: Luiz Antonio França (presidente da Abrainc), Cícero Araújo (vice-presidente de Relações Institucionais e Governamentais da Abrainc), José Augusto Viana Neto (presidente do Creci-SP), Basílio Jafet (presidente do Secovi-SP), Odair Senra (presidente do Sinduscon-SP) e Carlos Borges (vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP).

O documento foi elaborado para criar um protocolo que permita a reabertura de estandes de vendas e imobiliárias e outro para os escritórios das empresas de compra, venda, locação e administração de imóveis, condomínios e shopping centers.

O plano elaborado pelas entidades deve incluir minimamente:

  • A exigência de lavagem das mãos com água e sabão e uso de papel toalha descartável ou higienização com álcool gel a 70% na entrada e saída do local;
  • A obrigatoriedade de uso da máscara facial;
  • A realização de triagem (com medição de temperatura e questionamentos sobre condição de saúde) de todas as pessoas, para o acesso e a permanência no ambiente;
  • Orientações quanto a restrições de contato físico com o visitante, evitando aperto de mãos, abraços etc.;
  • O planejamento para viabilizar um espaçamento mínimo de 1,5m entre as mesas de atendimento;
  • A recomendação do uso dos elevadores segundo a regra condominial ou no caso de prédio próprio monousuário, com capacidade limitada, buscando manter distanciamento;
  • A orientação para o afastamento dos colaboradores, prestadores de serviço ou corretores associados considerados no grupo de risco da doença;
  • Esquema de apoio a colaboradores que não tenham quem cuide de seus dependentes incapazes no período em que estiverem fechadas creches, escolas e abrigos, como por exemplo, direcionando-os ao trabalho remoto ou criando outras condições de acordo com a dinâmica da empresa.

Que toda a operação acontecerá mediante as seguintes condições:

  • Preferencialmente por agendamento;
  • Limitada a 1 família por vez no apartamento decorado ou imóvel in loco;
  • Os colaboradores (trabalhadores, prestadores de serviço ou corretores associados) devem ser orientados sobre as medidas de prevenção do contágio da Covid-19, a serem observadas no ambiente de trabalho, assim como durante seu deslocamento para visitas e trajeto casa-trabalho.

O material agora depende de análise e aprovação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Coordenadoria de Vigilância Sanitária, órgão responsável pelo acompanhamento da pandemia de Covid-19 na cidade.

A recomendação é que as empresas aguardem a aprovação dos órgãos responsáveis e ainda não implementem definitivamente nenhuma medida antes de receberem comunicação formal das entidades do setor.

O secretário da Casa Civil ressaltou que o prazo para a reabertura das atividades será decidido em função da curva epidemiológica da cidade. “Os protocolos recebidos serão analisados pela Vigilância Sanitária e pela Secretaria do Trabalho, para que se decida se as propostas são suficientemente seguras aos profissionais e clientes.”

Confira a íntegra do protocolo entregue à Prefeitura

Matéria publicada na Abrainc