Associação Brasileira da Construção

Industrializada de Concreto

Entidades reforçam responsabilidade em prosseguir com medidas sanitárias

O primeiro caso de covid-19 foi confirmado no país há cerca de um ano. No entanto, o mês de janeiro foi o mais crítico em relação à doença em Londrina, com mais de oito mil casos e 133 mortes. Para evitar que o sistema de saúde entre em colapso, como ocorreu em Manaus, o Comitê Executivo da Saúde Pública divulgou no dia 03/02 uma Carta Aberta dirigida ao poder público e toda a sociedade de Londrina. O documento traz uma série de ações que devem ser mantidas e respeitadas em diferentes esferas.

Desde o início da pandemia o Sinduscon e o Seconci estabeleceram protocolos de segurança. As entidades criaram um sistema de monitoramento da doença nos canteiros de obras, através de pesquisas regulares. O Seconci alterou o esquema de atendimento e desenvolveu ações de prevenção, como a distribuição de mil máscaras para os pacientes.

Neste momento as entidades endossam a preocupação do Comitê – de que a crise se agrave – e solicitam que o setor mantenha- se em alerta. O pedido é que cada empresa siga as medidas sanitárias com rigor e exija o cumprimento pelos funcionários. Cuidados como o uso de máscara, higiene constante e distanciamento são vitais enquanto não há data para vacinação. De acordo com os decretos, as aglomerações estão proibidas, denuncie caso necessário.

A construção civil sempre foi um segmento que zelou pela vida dos trabalhadores e neste momento não será diferente.

A matéria integra o Mapeamento de Boas Práticas em Responsabilidade Social no setor da construção durante a pandemia do coronavírus dentro do ‘Projeto Responsabilidade Social e a Valorização do Trabalhador’, realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em correalização com Serviço Social a Indústria (Sesi Nacional).(Com informações da Ademi-AL). 

Matéria publicada na Agência CBIC