Associação Brasileira da Construção

Industrializada de Concreto

EDITORIAL - 60º NEWSLETTER - EDIÇÃO ESPECIAL 52

Prezados Associados,

Pelo segundo trimestre consecutivo, o mercado da construção aponta que a falta ou alto custo de matéria-prima é o maior problema do setor. A questão foi assinalada por 57,1% dos empresários. Um percentual expressivo (38,4%) também foi verificado pelo Indicador de Confiança setorial (ICST) em abril, quando as empresas apontaram esse quesito entre as principais limitações, um recorde histórico da pesquisa.

De acordo com a avaliação da CBIC, a retomada do segmento imobiliário veio em V, mas atualmente não há suprimento necessário para atender a demanda. Por isso, a entidade tem defendido trabalhar com o mercado externo para suprir essa carência. 

A FGV reduziu a estimativa de crescimento do PIB da Construção para 2021, passando de 3,80% para 2,60%, mas a confirmação desta nova estimativa dependerá, entre outros fatores, de uma esperada recuperação da economia no segundo trimestre. No caso do emprego, a indústria abriu 25.020 postos em março, acumulando no primeiro trimestre 113.312 novos trabalhos formais. O ritmo de crescimento desacelerou, ante os 44 mil contratados em fevereiro e o mesmo número em janeiro. Por outro lado, balanço da Caixa Econômica Federal mostra que os recordes de financiamento imobiliário alcançados em 2020 tendem a ser superados este ano e a Abramat mantêm um ligeiro otimismo em relação aos resultados em abril. 
 
Em termos de notícias internacionais, a fib (The International Federation for Structural Concrete) abriu as inscrições para o fib Award for Outstanding Concrete Structures 2022, enquanto a bauma foi adiada para outubro de 2022. No Brasil, foram promovidos dois eventos na semana passada com destaque para o pré-fabricado de concreto. Por fim, a newsletter traz duas matérias com avaliações do presidente da Abramat, Rodrigo Navarro, e o presidente da CBIC, José Carlos Martins.

Um abraço a todos!

Iria Lícia Oliva Doniak
Presidente Executiva